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1° Ano de Mandato
PRA FINAL DE CONVERSA

Não tenho como deixar passar em branco a derrota da seleção brasileira para a Alemanha, na última terça... Como celebrei, torci e incentivei a todos por aqui, acho que também preciso dar uma opinião sobre o assunto.

Tenho apenas três considerações:

1. No Brasil, futebol não é “apenas” futebol, como têm dito após a derrota. Antes de perder, tratamos o futebol como o clímax de nossa sociedade, o que também não é verdade. Futebol, no Brasil, tem uma enorme importância social. Anima o povo, para a sociedade, desperta alegrias e animosidades extremas muitas vezes. No Brasil, futebol é um fenômeno social e deve ser encarado como tal, tanto para nos animar quando ganhamos, quanto para nos fazer pensar quando perdemos mas, sem extremismos;

2. É hora de repensarmos nosso futebol, que sempre foi muito marcante e importante no cenário mundial. Ao longo dos anos, decaímos... Não há como estruturarmos um esporte que avançou de forma impressionante, sobre quesitos como o peso da camisa ou a dependência de um ou outro “craque”. Nós perdemos para uma Alemanha nada brilhante, mas que nos acachapou feito um time de verdade. Precisamos nos lembrar que, pra além do marketing, da tradição, dos tabus, etc., no futebol, vence o melhor “time”, a melhor “equipe”, o melhor “coletivo”;

3. O futebol é uma boa metáfora da vida, mas não é a vida. A vida é muito mais do que o futebol. No futebol, perdemos e perdemos feio. Mas, na vida, temos que continuar lutando para vencermos as nossas metas, alcançarmos os nossos sonhos e vivermos de forma cada vez melhor. O brasileiro é assim. Um lutador. Faça chuva ou faça sol, com facilidades ou dificuldades, com vitória da seleção ou derrota de goleada, o brasileiro continua a ser quem é, um lutador.

A vida vai seguir, é claro. Tem que seguir. E seguiremos com ela, lutando por uma vida melhor para nós e para todos os que mais precisam, nesse país de tantas desigualdades e possibilidades.

Agora, é vida que segue.

Hélio Nishimoto

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Perfil

 Hélio Nishimoto é cristão, tem 50 anos, está casado há 23 e é pai de três filhos. Natural de Presidente Prudente – SP- veio para São José dos Campos com 15 a...
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